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domingo, 19 de janeiro de 2014

Björk - Venus As A Boy





Quero compartilhar aqui o vídeo de uma de minhas cantoras prediletas: Björk! Para gostar de ler também adora musica! Um beijo a todos e bom domingo!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

 
Alma? Um romance sobre vampiros, lobisomens e sombrinhas (Soulless)
Gail Carriger
Editora Valentina

Em primeiro lugar, ela não tem alma. Em segundo, é solteirona e filha de um italiano, que, ainda por cima, está morto. Em terceiro, acaba sendo atacada sem a menor educação por um vampiro, o que foge a todas as regras de etiqueta.
 E agora? Pelo visto tudo vai de mal a pior, pois a srta. Tarabotti mata sem querer o vampíro - ocasião em que a Rainha Vitória envia o assustador Lorde Maccon (temperamental. bagunceiro, lindo de morrer e lobisomen) para investigar o ocorrido.
 Com vampiros inesperados aparecendo e os esperados desaparecendo, todos parecem achar que a srta. Tarabotti é a responsável. Será que ela conseguirá descobrir o que realmente está acontecendo na alta sociedade londrina? Será que seu dom de sem alma para anular poderes sobrenaturais acabará se revelando útil ou apenas constrangedor? No fim das contas, quem é o verdadeiro inimigo, e... será que vai ter torta de melado?


Sobre Gail Carriger:

http://gailcarriger.com/
http://gailcarriger.blogspot.com.br/
http://retrorack.blogspot.com.br/

Poderá gostar também de:

Metamorfose? - Um Romance Sobre Vampiros, Lobisomens e Dirigíveis

Editora Valentina

Alexia Tarabotti enfrenta uma série de atribulações sociais, quiproquós e saias justas (embora compridíssimas) em plena sociedade vitoriana. Alexia Maccon, a esposa do Conde de Woolsey, é arrancada do sono cedo demais, no meio da tarde, porque o marido, que deveria estar dormindo como qualquer lobisomem normal, está aos berros. Dali a pouco, ele desaperece – deixando a cargo dela um regimento de soldados sobrenaturais acampados no jardim, vários fantasmas exorcizados e uma Rainha Vitória indignada. Mas Lady Maccon conta com sua fiel sombrinha, seus artigos da última moda e seu arsenal de respostas mordazes. Mesmo quando suas investigações a levam à Escócia, o cafundó do Judas onde abundam abomináveis coletes, ela está preparada e acaba provocando uma verdadeira reviravolta na dinâmica da alcateia, como só uma preternatural é capaz de fazer. Talvez até encontre tempo para procurar seu imprevisível marido. Mas apenas se lhe der vontade.
Pré Venda:
 

Lua Negra Sobre Westminster 

Autor: Aaronovitch, Ben
Editora: Casa da Palavra
Categoria: Literatura Estrangeira / Ficção Cientifica

O bem-humorado mago Peter Grant, policial de casos sobrenaturais, está de volta para desvendar um mistério surpreendente.

Resenha: Dessa vez, Peter deve visitar boates clandestinas e shows de jazz em Westminster, uma região boêmia, para descobrir o enigma da morte repentina de um saxofonista – que é mais um caso entre vários nos arredores. O que seria rotina para qualquer policial de Londres, para um mago investigador é um turbilhão de informações e pistas. É o que os bruxos chamam de investigação criminal com vestigia, em que ambientes e pessoas de eventos passados deixam cheiros, músicas e sensações.
Ben Denis Aaronovitch
Com a ajuda do inspetor Nightingale e a equipe da perícia de Londres, Peter vai descobrir que a ameaça mágica ao mundo da música o leva direto ao próprio pai, um brilhante ex-saxofonista. Ao som da quase onipresente música jazz “Body and Soul”, Peter, ainda no começo de seu aprendizado de mago, vai descobrindo o terror e a sobrevida que o submundo de Londres esconde.
E a descoberta promete revelar segredos que o fazem desconfiar de sua motivação: a vingança.
Enigmas de Londres - Espíritos do Tâmisa
Autor: Aaronovitch, Ben; Aaronovitch, Ben
Editora: Casa da Palavra
Categoria: Literatura Estrangeira / Romance




Uma aventura incrível, para inglês ver. E morrer de medo.
O jovem policial Peter Grant está prestes a descobrir que quem manda de verdade em Londres não vive em palácios. Nem são humanos. Após investigar um crime em que a principal testemunha é um fantasma, Grant é transferido para uma unidade secreta da polícia londrina, onde aprende magia, feitiços e conhece seres que nunca imaginou encontrar em Londres.
Este é o primeiro livro da trilogia "Enigmas de Londres", onde acompanhamos o jovem detetive Peter Grant investigar o mundo oculto de Londres na unidade secreta da polícia londrina que trata de casos sobrenaturais e de magias. Aventuras com muito mistério, um pouco de humor e seres como trolls, vampiros, ninfas e muito mais.

"- Então magia é real - eu disse. - O que faz de você um... o quê? - Um mago. - Como Harry Potter? Nightingale suspirou. - Não, não como Harry Potter. - Em qual sentido? - Eu não sou um personagem de ficção - disse Nightingale. E se a magia fosse real? E mais: e se ela fosse controlada por um departamento de polícia e utilizada para proteger as pessoas de espíritos e entidades mal-intencionadas? Após descobrir que a única testemunha de um crime é na verdade um fantasma, Peter Grant torna-se aprendiz do enigmático inspetor Thomas Nightingale e logo aprende a controlar magias e feitiços que o ajudarão a resolver uma série de crimes. Através dos olhos cínicos e sarcásticos do detetive recém-admitido, somos introduzidos aos seres sobrenaturais que habitam as partes soturnas da cidade de Londres, assim como às regras do submundo de trolls que vivem embaixo de pontes, famílias de vampiros, ninfas dos rios e guardiões do Tâmisa. Com uma história repleta de mistério e humor, Espíritos do Tâmisa é uma fantasia urbana em que o leitor ficará preso até o último minuto. Peter Grant tinha tudo para ser apenas mais um jovem guarda da Polícia Metropolitana de Londres. Após um encontro inesperado com um fantasma, contudo, ele é recr utado para a unidade secreta que trata de casos relacionados à magia e ao sobrenatural, tor nando-se detetive e aprendiz do inspetor Nightingale, o último mago da Inglaterra. Sua primeira missão é descobrir quem é o espírito vingativo que anda transformando pessoas comuns em assassinos sanguinários. Com isso, aprende a usar magia, convive com grupos de vampiros e revira covas pela cidade. A lém, é claro, de negociar uma trégua entre deuses enfurecidos do rio Tâmisa. Com uma linguagem ágil e bem-humorada, Ben Aaronovitch narra a história de um detetive que achava o mundo normal, até conhecer o poder intenso e sobrenatural da magia por detrás do submundo de Londres. Aclamado por público e crítica em sua estreia como romancista, o autor foi indicado ao Galax"

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

 Queridos e queridas, estou bem feliz pelas visitinhas e por este meu projeto estar caminhando. Agradeço de coração a todos.
 Gostaria de convidá-los a ler o que EU escrevo. Sim! Porque aqui eu falo de outros escritores, famosos, atuais ou não. No entanto, eu também escrevo. Por favor, caso se interessem, eu escrevo para o Site Recanto das Letras. Lá vocês encontrarão contos, resenhas, poesia, crônicas, tudo de minha autoria. Eu ficaria honrada com sua visitinha!

 Obrigada por tudo!

Por favor, acessem:

Recanto das Letras

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Antoine de Saint-Exupéry

Saint-Exupéry
Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry (Lyon, 29 de junho de 1900 - Mar Mediterrâneo, 31 de julho de 1944) foi um escritor, ilustrador e piloto, terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe.

Biografia

Apaixonado desde a infância pela mecânica, começou por estudar no colégio jesuíta de Notre-Dame de Saint-Croix, em Mans, de 1909 a 1914. Neste ano da Primeira Guerra Mundial, juntamente com seu irmão François, transfere-se para o colégio dos Maristas, em Friburgo, na Suíça, onde permanece até 1917. Quatro anos mais tarde, em abril de 1921, Antoine inicia o serviço militar no 2º Regimento de Aviação de Estrasburgo, depois de reprovado nos exames para admissão da Escola Naval.

A 17 de junho, obtém em Rabat, para onde fora mandado, o brevê de piloto civil. No ano seguinte, 1922, já é piloto militar brevetado, com o posto de subtenente da reserva. Em 1926, recomendado por amigo, o Abade Sudour, é admitido na Sociedade Latécoère de Aviação (depois conhecida como Aéropostale), onde começa então sua carreira como piloto de linha, voando entre Toulouse, Casablanca e Dacar, na mesma equipa dos pioneiros Vacher, Mermoz, Guillaumet e outros. Foi por essa época, quando chefiou o posto de Cabo Juby,1 no sul de Marrocos e então uma colónia espanhola, que os mouros lhe deram o cognome de senhor das areias. Permaneceu 18 meses no Cabo Juby,[carece de fontes] durante os quais escreveu o romance Courrier sud ("Correio do Sul")1 e negociou com as tribos mouras insubmissas a libertação de pilotos que tinham sido detidos após acidentes ou aterragens forçadas.

Após seus quase 25 meses na América do Norte, Saint-Exupéry retornou à Europa para voar com as Forças Francesas Livres e lutar com os Aliados em um esquadrão do Mediterrâneo. Então com 43 anos, ele era mais velho que a maioria dos homens designados para funções, e sofria de dores, devido às suas muitas fraturas. Ele foi designado com um número de outros pilotos para pilotar aviões P-38 Lightning.

A última tarefa de Saint-Exupéry foi recolher informação sobre os movimentos de tropas alemãs em torno do Vale do Ródano antes da invasão aliada do sul da França ("Operação Dragão"). Na noite de 31 de julho de 1944, ele decolou de uma base aérea na Córsega e não retornou. Uma mulher relatou ter visto um acidente de avião em torno de meio-dia de 1 de agosto perto da Baía de Carqueiranne, Toulon. Um corpo não identificável ​​usando cores francesas foi encontrado vários dias depois a leste do arquipélago Frioul sul de Marselha e enterrado em Carqueiranne em setembro.

O alemão Horst Rippert assumiu ser o autor dos tiros responsáveis pela queda do avião e disse ter lamentado a morte de Saint-Exupéry.2 Em 3 de novembro, em homenagem póstuma, recebeu as maiores honras do exército. Em 2004, os destroços do avião que pilotava foram achados a poucos quilômetros da costa de Marselha. Seu corpo nunca foi encontrado.
O Pequeno Príncipe (Le Petit Prince)
 
Antoine de Saint-Exupéry
Editora Agir  

Agora em Pocket Ouro, pela Editora Nova Fronteira


  Quando eu era criança, minha professora passou tm trabalho que consistia em lermos o Pequeno Príncipe e dizer o que havia no sétimo planeta que ele visitou. Minha mãe não pôde comprar o livro, era muito caro para ela. Minha mãe sempre incentivou a leitura, comprava livros para mim mesmo antes de eu saber ler. Ela lia para mim e me ensinava sobre a vida. Mas nessa época o dinheiro andava curto. Essa foi a única vez que tirei nota vermelha. No entanto, jamais fiquei triste ou brava com ela porque eu sabia de suas dificuldades para me dar o melhor. E graças a ela, anos mais tarde, eu li O Pequeno Príncipe no original e soube que o sétimo planeta é a Terra.

  Eu não gosto de ler O Pequeno Príncipe. Não porque seja um livro ruim. Não, nada disso! É um livro maravilhoso! Não gosto de ler porque me emociona, me faz repensar minha vida, me faz refletir em quem sou e o que faço pela humanidade. Não gosto de ler, mas mesmo assim o faço porque minha alma precisa dessas palavras limpas, dessa enternecedora inocência que o autor consegue nos passar. Ele nos atinge bem naquele cantinho onde a sensibilidade, acuada pela frieza dos dias atuais, se esconde.
O Pequeno Príncipe, ao meu ver, não é um livro para crianças; é um livro para adultos e esses adultos devem ler junto com  as crianças para que possam explicar o seu significado: precisamos reensinar as crianças de nossos tempos valores como a amizade, o autruísmo, a bondade e, principalmente, o amor. 
 Como muitos, me emociono com a fala da raposa. Claro! O essencial é invisível aos olhos, né? Ela mostra o que uma verdadeira amizade e amor são capazes de fazer: tornar uma pessoa em única no mundo!
 O principezinho fala de vaidade, de tolices, de vício, de indiferença. 
 É uma narrativa comovente e elucidatória. 
 Não, eu não gosto de ler O Pequeno Príncipe, mas sinto que me torno uma pessoa melhor quando o faço, afinal, valçe a pena recuperar um pouco da inocência, mesmo que seja por alguns minutos.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Resenha:

Irmã (Sister)
Rosamund Lupton
Editora Record


 Quando leio um livro, costumo prestar atenção a tudo, desde a capa até os créditos finais. Uma das coisas que mais gostei em "Irmã"  é que a autora, após a dedicatória, nos brinda com duas citações de monstros sagrados da literatura, Jane Austen e William Shakespeare. Isso me trouxe a sensação  boa de conhecimento e bom gosto. A obra é cheia de frases marcantes ("Desde então, a bondade tem cheiro de limão") colocadas em cartas e emails onde é demobstrado o amor entre irmãs e a dor da perda, a busca pela resposta.
Rosamund Lupton
 Beatrice Hemming, Bee, é uma designer bem sucedida em Nova York. Ela recebe um telefonema de sua mãe durante um almoço com amigos e descobre que sua irmã, Tess, está desaparecida há quatro dias. Tess estuda artes em Londres e está grávida de um relacionamento com seu professor. Bee vai para Londres e Tess é encontrada morta. Antes disso pistas levam a crer que o filho de Tess nasceu natimorto e ela deixou o hospital no dia seguinte ao nascimento, levando a crer que cometeu suicídio. No entanto, tudo é muito misterioso, pois Bee não acredita que sua irmã possa ter se matado, uma vez que estava sempre de bom humor, tendo um espírito livre. O que aconteceu? Por quê? Como? A narrativa é como se fossem cartas que Bee escreve a Tess, o que provoca no leitor uma certa ternura e cumplicidade. Bee conta a Tess o que está acontecendo, sua dúvidas, frustrações, seu desespero pela verdade. A história culmina num final surpreendente, inteligente, que nos deixa indignados e aliviados ao mesmo tempo. Acabamos mais do que solidários a Bee e Tess: nos tornamos seus irmãos também!


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014



Simone de Bouvoir
Feliz Aniversário, Simone de Bouvoir!

Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir, mais conhecida como Simone de Beauvoir (Paris, 9 de janeiro de 1908 — Paris, 14 de abril de 1986), foi uma escritora, filósofa existencialista e feminista francesa.
Escreveu romances, monografias sobre filosofia, política, sociedade, ensaios, biografias e uma autobiografia.



Família

 

Google homenageia Simone de Bouvoir, em seu 106° aniversário
Simone de Beauvoir era a mais velha das únicas duas filhas de Georges Bertrand de Beauvoir, um advogado em tempo integral e ator amador, e Françoise Brasseur, uma jovem mulher de Verdun. Nasceu em Paris como Simone (então um nome pomposo que seu pai gostava)-Lucie (por sua avó materna)-Ernestine (por seu avô paterno, Ernest-Narcisse) -Marie (pela Virgem Maria) Bertrand de Beauvoir (ela foi orientada enquanto criança a dar seu nome como simplesmente "Simone de Beauvoir"). Era uma criança atraente, mas mimada, teimando em obter o que queria, tendo sido o centro das atenções da sua família. A mãe não foi uma grande costureira, e as roupas que costurou eram mal ajustadas. Ao crescer, Beauvoir não tinha amigos além da irmã Poupette, que era dois anos e meio mais nova e de quem ela era próxima.
Em 1909, o avô materno de Beauvoir, Gustave Brasseur, presidente do Banco Meuse, faliu, jogando toda a sua família em desonra e pobreza. Georges não recebeu o dote devido, por casar-se com Françoise, e a família teve que se mudar para um apartamento menor. Georges de Beauvoir teve de voltar ao trabalho, embora o trabalho não lhe agradasse. A família lutou durante toda a infância das meninas para manter seu lugar na alta burguesia, e Georges dizia frequentemente: "Vocês, meninas, nunca se vão casar, porque vocês não terão nenhum dote".
Beauvoir sempre esteve consciente de que seu pai esperava ter um filho, ao invés de duas filhas. Ele afirmava, "Simone pensa como um homem!" o que a agradava muito, e desde pouca idade Beauvoir distinguiu-se nos estudos. Georges de Beauvoir passou seu amor pelo teatro e pela literatura para sua filha. Ele ficou convencido de que somente o sucesso acadèmico poderia tirar as filhas da pobreza. (Hélène tornou-se uma pintora. )


Educação

 

Ela tornou-se uma adolescente desajeitada, dedicada completamente aos livros e à aprendizagem, e preferiu ignorar os desportos porque ela não era nada atlética. Ela e sua irmã foram educadas no Institut Adeline Désir, ou Cour Désir, uma escola católica para meninas, algo que era desprezado pelos intelectuais da época. As escolas católicas para meninas eram vistas como lugares onde as jovens aprendiam uma das duas alternativas abertas às mulheres: casamento ou um convento. Sua mãe, que Beauvoir considerava uma intrusa espiando cada movimento seu, frequentou as aulas com elas, sentada atrás delas, como se esperava que a maioria das mães fizessem. Lá Beauvoir conheceu sua melhor amiga, Elisabeth Le Coin (ZaZa nas memórias de Beauvoir), que influenciou de forma definitiva a personalidade de Simone. Simone adorou a escola e se formou em 1924 com "distinção".
Aos 15, Beauvoir já havia decidido que seria uma escritora. Jacques Champigneulle tornou-se seu mentor intelectual e amigo, aquele que sua mãe esperava que iria se casar com ela. Geraldine Paro (GéGé) e Estepha Awdykovicz (Stépha) tornaram-se suas amigas.
Depois de passar nos exames de bacharelado em matemática e filosofia, estudou matemática no Instituto Católico e literatura e línguas no Instituto Sainte-Marie, e em seguida, filosofia na Universidade de Paris (Sorbonne). Em 1929, quando na Sorbonne, Beauvoir fez uma apresentação sobre Leibniz. Lá, ela conheceu muitos outros jovens intelectuais, incluindo Maurice Merleau-Ponty, René Maheu e Jean-Paul Sartre. Enquanto na Sorbonne, Maheu deu a Beauvoir o apelido que lhe acompanharia ao longo da vida, Castor, dado a ela por causa do forte trabalho ético do animal. Em 1929, na idade de 21, Beauvoir se tornou a pessoa mais jovem a obter o Agrégation na filosofia, e a nona mulher a obter este grau. No exame final, ficou em segundo lugar; Sartre, 24 anos, foi o primeiro (ele havia sido reprovado em seu primeiro exame). O júri do Agrégation discutiu sobre a possibilidade de dar Sartre ou Beauvoir primeiro lugar na competição. No final, concederam a Sartre.
Sua amizade com Elizabeth Mabille ("Zaza") foi abruptamente rompida com a morte precoce de Zaza. Simone narrou esse episódio de sua vida, posteriormente, em seu primeiro livro autobiográfico, Memórias de uma moça bem-comportada, em que critica os valores burgueses.


Sartre

 

Logo uniu-se estreitamente ao filósofo e a seu círculo, criando entre eles uma relação polêmica e fecunda, que lhes permitiu compatibilizar suas liberdades individuais com sua vida em conjunto. Na verdade, é difícil caracterizá-los como casal, porque viveram longas relações amorosas cada um com outras pessoas; Beauvoir, por exemplo, teve uma forte relação com o escritor norte-americano Nelson Algren logo após a guerra, e na década de 1950 manteve outra relação duradoura com Claude Lanzmann. No verão, era comum Beauvoir e Lanzmann viajarem com Sartre e sua amante Michelle Vian, ex-esposa do escritor Boris Vian.
Foi professora de filosofia até 1943 em escolas de diferentes localidades francesas, como Ruão e Marselha.
Túmulo de Jean-Paul Sartre e Simone de Bouvoir

Morreu de pneumonia em Paris, aos 78 anos. Encontra-se sepultada no mesmo túmulo de Jean-Paul Sartre no Cemitério de Montparnasse em Paris.


Obra

 

As suas obras oferecem uma visão sumamente reveladora de sua vida e de seu tempo.
Em seu primeiro romance, A convidada (1943), explorou os dilemas existencialistas da liberdade, da ação e da responsabilidade individual, temas que abordou igualmente em romances posteriores como O sangue dos outros (1944) e Os mandarins (1954), obra pela qual recebeu o Prêmio Goncourt e que é considerada a sua obra-prima.
As teses existencialistas, segundo as quais cada pessoa é responsável por si própria, introduzem-se também em uma série de quatro obras autobiográficas, além de Memórias de uma moça bem-comportada (1958), destacam-se A força das coisas (1963) e Tudo dito e feito (1972).
Entre seus ensaios críticos cabe destacar O segundo sexo (1949), uma profunda análise sobre o papel das mulheres na sociedade; A velhice (1970), sobre o processo de envelhecimento, onde teceu críticas apaixonadas sobre a atitude da sociedade para com os anciãos; e A cerimônia do adeus (1981), onde evocou a figura de seu companheiro de tantos anos, Sartre.

Livros

 

  • 1943 : A convidada (L'Invitée), romance
  • 1944 : Pyrrhus et Cinéas, ensaio
  • 1945 : O sangue dos outros (Le Sang des autres), romance
  • 1945 : Les Bouches inutiles, peça de teatro
  • 1946 : Tous les hommes sont mortels, romance
  • 1947 : Pour une morale de l'ambiguïté, ensaio
  • 1948 : L'Amérique au jour le jour
  • 1949 : O segundo sexo, ensaio filosófico
  • 1954 : Os mandarins (Les Mandarins), romance
  • 1955 : Privilèges, ensaio
  • 1957 : La Longue Marche, ensaio
  • 1958 : Memórias de uma moça bem-comportada (Mémoires d'une jeune fille rangée), autobiográfico
  • 1960 : La Force de l'âge, autobiográfico
  • 1963 : A força das coisas (La Force des choses),
  • 1964 : Une mort très douce, autobiográfico
  • 1966 : Les Belles Images, romance
  • 1967 : La Femme rompue, novela
  • 1970 : A velhice (La Vieillesse), ensaio
  • 1972 : Tudo dito e feito (Tout compte fait), autobiográfico
  • 1979 : Quand prime le spirituel, romance
  • 1981 : A cerimônia do adeus (La Cérémonie des adieux suivi de Entretiens avec Jean-Paul Sartre : août - septembre 1974), biografia
Amigo Secreto
Sylvia Day
Editora Paralela

 Ontem li o livro Amigo Secreto, de Sylvia Day. O que posso dizer a respeito desta obra é que é um jeito muito interessante de mostrar aos homens o que uma mulher quer deles. Sylvia é direta, não coloca sonhos aonde não podemos alcançar. Sua linguagem é clara, sem meias palavras, e mesmo assim o livro não se torna vulgar. 
 São dois "contos": Amigo Secreto ( A Lista de Desejos) e Sangue e Rosas. O primeiro fala sobre os desejos de Stephanie Martin relacionados ao colega de trabalho Nicholas James.Ora, é Natal! Por que não ter uma lista de desejos que envolvessem um belo homem? O que marca aqui é que ela não é uma menininha ingênua e ele não é um poderoso que deseja dominá-la; são pessoas com o mesmo nível de inteligência e poder aquisitivo. Um momento marcante, sem sonhos tolos. 
Sylvia Day
 O segundo "conto" é a história Jack Monroe, um policial, que vive em Whisper Creek, EUA, que é apaixonado por Anastasia Miller, que fora sua namorada desde a adolescência. Ela trabalha tentando recuperar itens roubados, no entanto, sua família é formada por ladrões. O mais interessante nesta narrativa é que Anastasia está investigando o roubo de diamantes levados de uma das joalherias pertencentes às Indústrias Cross, cujo dono é nada mais nada menos que Gideon Cross, personagens principal da série Crossfire (Toda Sua, Profundamente Sua, Para Sempre Sua). Esse crossover é muito interessante, pois reafirma a personalidade forte de Gideon Cross, e quem leu ou está lendo a série Crossfire sabe bem quem é nosso Gideon. O fato é que Anastasia sofre com o dilema: ficar com Jake e colocá-lo no risco de sujar sua imagem com a família dela ou afastar-se dele para protegê-lo.
 Enfim, Sylvia explora com perspicácia suas obras e nos trás momentos de inquietude e deleite. É um livro fácil de ler. Vale a pena.


sábado, 4 de janeiro de 2014

Sinopse:


Debbie Macomber
Anjos à Mesa
Debbie Macomber
Editora Novo Conceito

Quatro anjos bem desastrados e que costumam desobedecer a ordem de não interferir na vida dos seres humanos, resolvem unir duas pessoas solitárias durante as comemorações  de fim de ano na Times Square.
 O plano dos anjos parece até que vai funcionar... Afinal, Lucie e Aren têm tudo em comum. Além disso, os anjos já decidiram: tem que dar certo!
 Mas, quando o casal marca um encontro no Empire States Building (como no clássico e lindo filme "Tarde Demais para Esquecer"), Lucie não consegue chegar a tempo.
 No entanto, a teimosia e a graça dos anjos desastrados certamente podem mais que as intempéries da vida.
 Dê uma escapadinha da loucura das festas de fim de ano, coloque os pés para cima e prepare-se para relaxar e sorrir, enquanto sente o coração se encher de paz e esperança
!



Lançamento: Novo livro de Jojo Moyes

A Garota que Você Deixou Para Trás
Intrínseca
Lançamento previsto para 25 de janeiro de 2014.




Uma pintura impressionista é o elo entre a jovem francesa Sophie Lefèvre, que viveu na época da Primeira Guerra, e Liv Halston, que mora em Londres nos anos 2000. Presente de seus respectivos maridos com o passar dos anos, o quadro transformou-se em um objeto cobiçado e de valor inestimável. A luta de Liv para continuar como proprietária da obra de arte revela os riscos que alguém é capaz de correr para preservar as lembranças de um verdadeiro amor. Esse é o tema do novo romance de Jojo Moyes, A garota que você deixou para trás, com lançamento no dia 25 de janeiro.

A escritora inglesa já é conhecida dos leitores brasileiros pelos livros A última carta de amor e Como eu era antes de você, ambos publicados no Brasil pela Intrínseca.

Leia o primeiro capítulo aqui:


A Garota que Você Deixou Para Trás - 1º Capítulo